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Quando fazemos uma campanha de performance, somos ensinados a já pensar como será nosso funil.

Primeiro temos que apresentar o cliente ao nosso produto/serviço; depois temos que fazer ele interagir com a solução; e aí ele já está na cara do gol, é só empurrar para dentro.

É comum que o primeiro contato seja mais explicativo; que depois haja um remarketing assumindo que a pessoa já teve esse primeiro contato e tentar fazer ela experimentar de alguma forma; e finalmente fazer anúncios mais agressivos assumindo que a pessoa já está namorando o que oferecemos.

E se você quiser saber porque essa estrutura é tão replicada até hoje, você pode simplificar com uma frase curta: porque ela funciona.

Esse funil é ideal para acompanhar a jornada do consumidor até a compra.

Esse é um conceito consolidado e eu não estou aqui para reinventar a roda e dizer que ele não existe, mas o o que sabemos hoje é que essa trilha não é a mesma para todos.

Você precisa descobrir como é a jornada do seu consumidor e adaptar o seu funil para ela.

O novo consumidor

As diferenças nas jornadas de compra ocorrem por causa do acesso à informação que cada um tem e a sua relação com o consumo dela.

O celular já é um parceiro para os consumidores.

As pessoas levam ele consigo para todos os lugares, inclusive para as lojas.

Agora elas podem pesquisar diretamente sobre o que ela tá comprando e não depender apenas do que as empresas dizem.

Então ao invés de só utilizar as informações que os profissionais de marketing oferecem, os clientes vão atrás de opiniões em avaliações de outros consumidores, blogs, vídeos no Youtube e onde mais eles possam encontrar alguma coisa sobre o que eles querem comprar na internet.

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